Eram muitos os ovos e foram muitas as surpresas. Todas trouxeram aos olhos da malta a alegria de ser criança por um bocadinho. O chocolate, mas tb as montagens de puzzles, aviões, bonecos, jogos ou piões tornaram o corredor de espera de tal forma animado que até a máquina parecia querer uma surpresa. :P
Depois a diversão foi outra! Sacos amarelos cheios de bens alimentares esperavam-nos numa garagem cheia de coisas para separar e arrumar. As massas, as latas, o atum (que não parava de nascer), o arroz, as bolachas foram um verdadeiro desafio de arrumação e embalamento. O trabalho de equipa funcionou e nem o stress do rebola pela hora do jogo se estar a aproximar fez com que o trabalho ficasse por fazer (havia qq coisa que me dizia que não precisava de ver o jogo :P)...
No fim, a Joana chegou à garagem e a pergunta foi: "que fizeram às coisas todas?"
ao que alguém respondeu: "O meu carro ja está carregado :P"...
Depois ao jantar o forno foi o nosso melhor amigo
e acompanhados por dois jogos importantes na TV e no PC acabámos a horas do Rebola ir ao ensaio já com o estômago composto e a tempo de ir levar as ineses ao ibili duas vezes ;)
Boa Páscoa para todos (não comam muitas amêndoas) :)
Serve este blog para dar Notícia do andamento das jornadas desportivas do grupo MCB.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Futebol ao sol :P
Jornada marcada com tempo, para o tempo certo, com bom tempo. ;)
Jornada marcada por 9 presenças mais uma pra jantar (que não sabia que não havia jantar, mas pelo menos já sabemos como a convencer a vir as jornadas :P).
Jornada marcada para o parque verde mas que marcou o fim de tarde na quinta da maia.
Jornada marcada pela divisão entre mais velhos e mais novos que afinal eram fumadores nao fumadores ou os de cima e os de baixo:
Jornada marcada por momentos de disputa, por marcações ao homem e à zona, por tácticas incríveis, por visão de jogo, por grandes fintas.
Jornada marcada por bons momentos de futsal, muita correria, mt boas jogadas, as dicas do costume e naturalmente muitos golos.
Jornada marcada por momentos divertidos, por telemoveis que se atendem em pleno jogo, por balizas que eram só os ferros e sujeitos que sorrateiramente atravessavam o campo.
Jornada marcada nas pernas de alguns, nas cabeças de outros e nos músculos de todos (mas isto só nos aperceberemos nos dias seguintes ao esforço físico). ;)
Jornada marcada por caras cansadas, por fotos em alongamentos necessários e pela alegria de mais uma actividade em que o grupo sai mais grupo! :)
Jornada marcada por 9 presenças mais uma pra jantar (que não sabia que não havia jantar, mas pelo menos já sabemos como a convencer a vir as jornadas :P).
Jornada marcada para o parque verde mas que marcou o fim de tarde na quinta da maia.
Jornada marcada pela divisão entre mais velhos e mais novos que afinal eram fumadores nao fumadores ou os de cima e os de baixo:
Jornada marcada por momentos de disputa, por marcações ao homem e à zona, por tácticas incríveis, por visão de jogo, por grandes fintas.
Jornada marcada por bons momentos de futsal, muita correria, mt boas jogadas, as dicas do costume e naturalmente muitos golos.
Jornada marcada por momentos divertidos, por telemoveis que se atendem em pleno jogo, por balizas que eram só os ferros e sujeitos que sorrateiramente atravessavam o campo.
Jornada marcada nas pernas de alguns, nas cabeças de outros e nos músculos de todos (mas isto só nos aperceberemos nos dias seguintes ao esforço físico). ;)
Jornada marcada por caras cansadas, por fotos em alongamentos necessários e pela alegria de mais uma actividade em que o grupo sai mais grupo! :)
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Uma jornada inclusiva
Uma jornada inclusiva que se inicia 10 minutos faltando para as 20h. Fui o primeiro a chegar (à porta do Mr. Pizza na Praça), uma vez que a Paula estava sentada num dos banquinhos do outro lado da estrada desde à 10 minutos atrás (de certo que aprendeu a não ser pontual!!).
Fomos chegando, e entrando também, de tal forma que vimos o Manchester United a marcar golo. Foram 4 pizzas (Mr. Pizza, Caldeirada, Vegetariana e Outono) para 12 pessoas, deliciosamente acompanhadas por Pepsi, água, e B! limonada. Como condimento, a conversa divagou entre economia, penteados de jogadores da Champions, amor e a dopamina (na outra mesa não faço ideia!)… Sei, sim, que deixámos o Manchester a vencer 1-0 ao Chelsea com o golo do Roney a caminho do D. D..
A escolha do ‘caminho das virgens’ como percurso revelou-se bastante adequada perante o considerável número de primeiras vezes dos participantes, tanto naquele caminho, como no afamado Dom Dinis.
O deslumbramento com o edifício foi completo e generalizado devido ao seu ambiente acolhedor, simples, grandioso e tocante. O que nos esperava de seguida iria revelar-se também surpreendentemente cativante, apaixonante e esclarecedor:
O Miguel mostrou uma grande capacidade de comunicação e expressão das suas ideias. Foi ele a figura. Foi ele o criativo da noite. A revelação.
Ele começou por falar do seu coração, “O meu coração…”, a querer provar que os autistas têm coração, que sentem. Mostrou-o logo na forma como contou que lhe perguntam muitas vezes se os autistas sentem. Logo aí deixou ter algo para provar acerca disso. O poema, se tinha alguma função, a partir desse momento, passou a ser apenas o de mostrar o seu enorme talento. Acabando com “…o meu coração”, deliciou-nos com a perfeita noção da sua condição genética, e da forma como tira proveito dela.
“Geneticamente alterado…”, assim começou e acabou, dando a conhecer algumas características que definem os autistas. Mostrando que para ele o que é apenas o é, sem conhecer o que pode ser. Simplesmente o é.
Foi Noé, afirmando que “Há uma vontade de ir mais além…” (http://66.228.120.252/poesiasdeamizade/2776344), que nos deixou com uma bela perspectiva da prisão dos autistas em si próprios, revelando a importância dos gestos “…Quando uma teia…” deles próprios “…se rompe…”.
“Porquê?...” foi a primeira palavra do que se seguiu. E porque é que raio que não me lembro do que se falou?! Talvez o César tivesse razão. Ele estava “mesmo sabendo que a cabeça está”…(va)…”noutro lugar”.
O Miguel voltou, e numa tentativa de explicar a raridade nas lágrimas entre os autistas, proporcionou-nos o momento mais emocionante da noite com um poema lindíssimo. Começou com “Eu choro porquê? Na minha capacidade…” e continuou, num imenso jorrar de justificações para o frio olhar que possui. Acabou por mostrar que o tamanho do seu ‘chorar’ é demasiado. Que é feito para chorar apenas pelo não dimensionável. Disse: “… Eu choro por ti, com imenso orgulho.” Levou com o maior aplauso da noite (e com algumas lágrimas também!).
“Olho para os teus olhos” (http://66.228.120.252/poesiasdeamizade/2885504), disse, e fez quase um pedido de compreensão pela sua realidade. No fim pediu que o agarrássemos, com um subtil elogio: “Olho para os teus olhos azuis E quero ficar contigo…”.
Podia ter ficado por aqui, deixando-nos sedentos de mais, mas deu-se ao trabalho de nos “testar”. Tornou-se num contador de histórias. Mas que belas!
Contou como “O povo do Deserto” vê o seu mundo (http://66.228.120.252/poesiasdeamizade/2803834). Como acha tão sem sentido o que não faz parte da sua sociedade.
Falou até da cidade do amor, Paris, e da última biblioteca do mundo, aonde alguém escreve o último livro do mundo no qual faz uma análise da evolução da sociedade (http://66.228.120.252/poesiasdeamor/2879653).
Saibam que o Miguel é, até, um romântico! Revelou uma maravilhosa e ternurenta história de amor. “Ela, ele e as histórias”. Um casal ligado pelas histórias sobre a realidade que o apaixonado criava como forma de mostrar o mais fielmente possível à sua amada o que ela não conseguia ver.
Por fim ensinou-nos como eles, os autistas vivem e, de certa forma como poderíamos viver a felicidade pura. Falou sobre o “Povo breve”. O povo que viveu tão intensamente e tão bem que nem sequer se deu por ele (http://66.228.120.252/microcontos/1562176).
Não prestei atenção ao tempo, mas penso que depois desta partilha, o Miguel ainda nos deslumbrou por mais meia hora com a sua inteligência, ao permitir-nos abordá-lo com questões. “Não há perguntas estúpidas”, disse ele ao encorajar-nos.
Aprendemos, decerto. Nem que tenha sido, apenas, pela sua tamanha humildade asfixiada pelo seu descomunal talento.
Com jornadas destas, um dia destes ultrapasso os meus 164 cm de altura.
J
segunda-feira, 28 de março de 2011
A rota dos aventureiros
E diz o poeta: "quando o homem sonha o mundo pula e avança como bola colorida entre as maos de uma criança."
'Quase há dois meses, um grupo de aventureiros sonhou e tudo começou, era o nascer do que viria a ser esta realidade. E mal poderiam imaginar a dimensão do que tinham criado - mais de uma dezena de corações vibravam como ninguém esta alegria pura de poder caminhar neste grupo que os aventureiros souberam motivar.'
Era a primeira semana de primavera. Os dias eram já maiores, o tempo estava ainda indeciso e os aventureios estavam ansiosos. O grupo era grande, o entusiasmo crescia, os dias corriam rapidamente para O Dia! Era quarta. Os aventureiros organizavam-se. Era sexta, os aventureiros estavam seguros. Sábado, o tempo parecia dar! Os aventureiros arranjavam mantimentos, acreditavam no seu valor, e estavam preparados para qualquer situação.
Domingo - O Dia! Os aventureiros formavam no local da partida. Arriscavam sair, rumo a um destino que poucos conheciam, num dia em que só o tempo podia mostrar o que o destino lhes traria. Passava pouco das 10h e viajavam já rumo a norte. O lema era "Não deixem mais do que pegadas, Não tirem mais do que fotografias..."
O destino era um ponto a cerca de 1200m de altitude. A viagem não lhes trouxe problemas. O destino, esse, superou as expectativas. Eram 11:30h, o nevoeiro e o frio que se faziam sentir não intimidavam os aventureiros. O destino estava traçado - caminhar, caminhar, caminhar, independentemente do lugar.
Eram 12:45h, os aventureiros repunham energias ao sabor do que cada um tinha nos sacos que valentemente transportavam. O assador marcava o momento, as chouriças, omeletas, quiches, entre outros, aconchegavam o estômago.
Eram 13:30h, desceram no percurso, subiram de volta. Andavam agora num percurso ao som da água da ribeira, ao ritmo que o sobe e desce permitia. Paravam para descansar. Admiravam o que a natureza criou naquilo que os olhos podiam avistar. Decidiam o caminho. O dia estava bonito. O tempo protegia-os. O risco era recompensado a cada passo pelo caminho que palmilhavam ao lado dos laranjais, por mais uma imagem que ficava gravada na memória, pela alegria da conversa que traduzia o som da amizade, pela motivação do companheirismo.
Passavam as 16h. O trilho mostrava um caminho verde, os passos marcavam a vontade de continuar, as pausas, davam novas fotos que marcavam mais bons momentos. Cansados valorizavam o esforço. Contentes sabiam que valia a pena.
Satisfeitos terminavam!
Orgulhosos regressavam!
Video de fotos
'Quase há dois meses, um grupo de aventureiros sonhou e tudo começou, era o nascer do que viria a ser esta realidade. E mal poderiam imaginar a dimensão do que tinham criado - mais de uma dezena de corações vibravam como ninguém esta alegria pura de poder caminhar neste grupo que os aventureiros souberam motivar.'
Era a primeira semana de primavera. Os dias eram já maiores, o tempo estava ainda indeciso e os aventureios estavam ansiosos. O grupo era grande, o entusiasmo crescia, os dias corriam rapidamente para O Dia! Era quarta. Os aventureiros organizavam-se. Era sexta, os aventureiros estavam seguros. Sábado, o tempo parecia dar! Os aventureiros arranjavam mantimentos, acreditavam no seu valor, e estavam preparados para qualquer situação.
Domingo - O Dia! Os aventureiros formavam no local da partida. Arriscavam sair, rumo a um destino que poucos conheciam, num dia em que só o tempo podia mostrar o que o destino lhes traria. Passava pouco das 10h e viajavam já rumo a norte. O lema era "Não deixem mais do que pegadas, Não tirem mais do que fotografias..."
O destino era um ponto a cerca de 1200m de altitude. A viagem não lhes trouxe problemas. O destino, esse, superou as expectativas. Eram 11:30h, o nevoeiro e o frio que se faziam sentir não intimidavam os aventureiros. O destino estava traçado - caminhar, caminhar, caminhar, independentemente do lugar.
Eram 12:45h, os aventureiros repunham energias ao sabor do que cada um tinha nos sacos que valentemente transportavam. O assador marcava o momento, as chouriças, omeletas, quiches, entre outros, aconchegavam o estômago.
Eram 13:30h, desceram no percurso, subiram de volta. Andavam agora num percurso ao som da água da ribeira, ao ritmo que o sobe e desce permitia. Paravam para descansar. Admiravam o que a natureza criou naquilo que os olhos podiam avistar. Decidiam o caminho. O dia estava bonito. O tempo protegia-os. O risco era recompensado a cada passo pelo caminho que palmilhavam ao lado dos laranjais, por mais uma imagem que ficava gravada na memória, pela alegria da conversa que traduzia o som da amizade, pela motivação do companheirismo.
Passavam as 16h. O trilho mostrava um caminho verde, os passos marcavam a vontade de continuar, as pausas, davam novas fotos que marcavam mais bons momentos. Cansados valorizavam o esforço. Contentes sabiam que valia a pena.
Satisfeitos terminavam!
Orgulhosos regressavam!
Video de fotos
sexta-feira, 18 de março de 2011
Basket
A que horas começa a escurecer?
Quantos somos?
Quem tem bola?
Vamos para onde?
Não vamos. Somos poucos. A bola não tem ar. Vamos jogar wii. Há jogos da uefa. Está frio. Não posso. Não tenho equipamento.
Vamos descer!
O sol vai-se pôr não tarda. Tá frio. Não vem mais ninguém?
Vamos nessa!
E assim começou uma jornada desportiva (há umas semanas que não fazíamos) e sabem que mais? Que grande jornada! Mas que grande Jornada!
O escurecer não foi problema – jogámos até querer.
O número não foi limitante. Éramos 5 – e que 5!
A bola – eram 3 bolas!
O local foi o melhor – uma tabela só para nós!
O frio – a correr não havia frio (eu sei Susana – tinhas os pés gelados mas foi pq paraste um pouco a cumprir o TPC).
Quando partimos de carro rumo ao estádio universitário ninguém imaginava o que estava para suceder. Equipámos no carro, fomos até à tabela, procurámos uma bola, dividimos esquerdos e direitos, jogámos (um jogo suficiente para suar), encestámos (e tb mandámos ao aro e para fora), driblámos (inventámos fintas incríveis), tentámos (lançamentos esquisitos e triplos), ensinámos (efeitos, truques e regras), divertimo-nos muito!!! Sorrimos ainda mais. Demos gargalhadas. Atirámos risadas. Partilhámos momentos. Cultivámos em grande o verdadeiro espírito das jornadas – a alegria do jogo, a disponibilidade, o esforço, a entrega, a vontade, os ‘ais’, as quedas e a vontade de virem muitas mais! Mais como esta, em que viemos mais cansados de rir do que de jogar. Em que o ambiente faz esquecer o stress do dia-a-dia. Em que é possível ver a boa disposição a cada toque de bola, a cada passe, a cada piada, a cada brincadeira! Mais destas que nos fazem recordar outras, que nos despertam a imaginação para encontrar novas ideias de actividade, que nos motivam a querer sempre estar…
Quantos somos?
Quem tem bola?
Vamos para onde?
Não vamos. Somos poucos. A bola não tem ar. Vamos jogar wii. Há jogos da uefa. Está frio. Não posso. Não tenho equipamento.
Vamos descer!
O sol vai-se pôr não tarda. Tá frio. Não vem mais ninguém?
Vamos nessa!
E assim começou uma jornada desportiva (há umas semanas que não fazíamos) e sabem que mais? Que grande jornada! Mas que grande Jornada!
O escurecer não foi problema – jogámos até querer.
O número não foi limitante. Éramos 5 – e que 5!
A bola – eram 3 bolas!
O local foi o melhor – uma tabela só para nós!
O frio – a correr não havia frio (eu sei Susana – tinhas os pés gelados mas foi pq paraste um pouco a cumprir o TPC).
Quando partimos de carro rumo ao estádio universitário ninguém imaginava o que estava para suceder. Equipámos no carro, fomos até à tabela, procurámos uma bola, dividimos esquerdos e direitos, jogámos (um jogo suficiente para suar), encestámos (e tb mandámos ao aro e para fora), driblámos (inventámos fintas incríveis), tentámos (lançamentos esquisitos e triplos), ensinámos (efeitos, truques e regras), divertimo-nos muito!!! Sorrimos ainda mais. Demos gargalhadas. Atirámos risadas. Partilhámos momentos. Cultivámos em grande o verdadeiro espírito das jornadas – a alegria do jogo, a disponibilidade, o esforço, a entrega, a vontade, os ‘ais’, as quedas e a vontade de virem muitas mais! Mais como esta, em que viemos mais cansados de rir do que de jogar. Em que o ambiente faz esquecer o stress do dia-a-dia. Em que é possível ver a boa disposição a cada toque de bola, a cada passe, a cada piada, a cada brincadeira! Mais destas que nos fazem recordar outras, que nos despertam a imaginação para encontrar novas ideias de actividade, que nos motivam a querer sempre estar…
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Andebol - em meio campo!
Esta tarde em Lordemão fez-se história! Sim, porque criar histórias não é só por email! ;) Voltaram 9 às verdadeiras actividades desportivas e aqueceram, correram, puxaram, abraçaram, esticaram, voaram e divertiram-se à volta de uma bola de andebol focados numa baliza! Foram claros, escuros, bons, maus e no fim recuperaram o fôlego para outra etapa que terminou com vitória do IBILI.
Durante uma hora atacaram, saltaram, viveram e até sofreram na pele! :P
Produziram, transpiraram, assistiram, trocaram e criaram!
E por elemento:
1- Segura, ataca, acredita, poste, Golo!
2- Prepara, passa, chuta, isso, ao lado!
3- Joga, vai ao meio, pressiona, dribla, marca!
4- Alonga, separa, roda, aparece, motiva, recebe, vira e barra!
5- Defende, atira, atira-se, cai, remata forte, atinge!
6- Corre, roda, chama, dá, aponta, tenta, lerpa!
7- Surpreende, provoca, fita, grita, arranca e Zás!
8- Esforça-se, vê, abre, foca o alvo, atira, por cima!
9- Procura, atrapalha-se, desmarca, acredita!
E nem as indicações do Técnico esforçado deram muito mais que a ideia de que “é por isso que as crianças demoram a aprender a jogar andebol”.
P.S.: fica ao critério de cada um, que nome associar a cada número! ;)
Durante uma hora atacaram, saltaram, viveram e até sofreram na pele! :P
Produziram, transpiraram, assistiram, trocaram e criaram!
E por elemento:
1- Segura, ataca, acredita, poste, Golo!
2- Prepara, passa, chuta, isso, ao lado!
3- Joga, vai ao meio, pressiona, dribla, marca!
4- Alonga, separa, roda, aparece, motiva, recebe, vira e barra!
5- Defende, atira, atira-se, cai, remata forte, atinge!
6- Corre, roda, chama, dá, aponta, tenta, lerpa!
7- Surpreende, provoca, fita, grita, arranca e Zás!
8- Esforça-se, vê, abre, foca o alvo, atira, por cima!
9- Procura, atrapalha-se, desmarca, acredita!
E nem as indicações do Técnico esforçado deram muito mais que a ideia de que “é por isso que as crianças demoram a aprender a jogar andebol”.
P.S.: fica ao critério de cada um, que nome associar a cada número! ;)
Construir a história - 1
Era uma vez um menino chamado Joaquim. Pertencia ao grupo daqueles meninos que não tinham acesso fácil ao mundo da internet mas gostava muito de ouvir rádio. Em pequeno brincava nas ruas onde nasceu e sonhava poder um dia ser um cientista de renome... Mas as coisas não se adivinhavam fáceis. No entanto, foi crescendo ao sabor de um sonho perfeito, ignorando os obstáculos de uma dura realidade. E tanto os ignorou e ignorou e ignorou que um dia, catrapumba!, tropeçou neles. E espalhou-se ao comprido. Mas...como há males que vêm por bem, o espalhanço valeu-lhe uma viagem de ambulância do INEM (que demorou 8 horas a chegar à terrinha do Joaquim) à vila mais próxima e um novo horizonte se abriu em frente dele! Sim, um novo horizonte de facto: era a terra do JoDu! Aqui, pessoas aparentemente normais faziam coisas muito estranhas...andavam de manga curta quando estava frio, no Inverno, e camisola de gola alta no pico do calor, no Verão; corriam de um lado para o outro, sentadas em cima do pau de uma vassoura, num frenesim desgraçado. Até viu um homem morder um cão!! Uma imagem invulgar...mas a história parecia familiar...(um primo da namorada do tio da madrinha da amiga do amigo da mãe do sobrinho da prima...enfim...qualquer coisa...)... Certo dia, António António (sim, o 1º nome é igual ao último) decidiu comer 3 iogurtes: um de morango, um de abacaxi e outro de bacalhau. Após esta refeição a sua fome ficou saciada. No entanto, e passado cerca de 8h, lá se encontrava o nosso jovem na casa de banho, onde permaneceu durante 3 horas seguidas. Concluiu António, que não se mistura peixe com produtos lácteos! Foi uma lição dura mas deixou um ensinamento claro na cabeça de António: "Podia ter comido apenas um iogurte, mas fui lambareiro e Deus castigou-me!" Sim, porque Deus tem duas formas de castigar: uma é mandar pessoas para o calor ardente do inferno, a outra é através da mistura de iogurtes com peixe cuja conserva é feita em sal. O António António sentiu-se mal por ter escolhido o iogurte de abacaxi (que decerto estaria estragado - "Isso é que me fez mal!!!"), e pesou-lhe a consciência...Decidiu confessar o seu pecado ao completo estranho JOAQUIM que vagueava perdido nesta nova terreola, porque quando chegou
de ambulância do INEM às urgências do centro de saúde desta nova terreola, disseram-lhe que ele não podia ser atendido porque não fazia parte da sua área de residência. António António estava igualmente admirado com aquela peculiar vila e contou ao Quim - agora já o tratava por Quim - o que lhe aconteceu na noite anterior... Sim... o TóTó (o nome que Quim rapidamente lhe atribuiu...nem se percebe bem porquê...) também não residia ali...e teve aquele problema com os iogurtes mas ninguém o ajudou... Mas ele tinha contactos com gente influente e tratou de rapidamente denunciar a situação! Não podia admitir que um TóTó como ele não fosse tratado como merece... "Mas onde estamos nós?"- perguntou Quim ao TóTó. Suspeitavam que algo estava errado. Mas o que eles não sonhavam é que, tanto TóTó quando estava na sanita como o Quim quando caiu, tinham feito alguma força...e... no momento em que cerraram os olhos...fizeram hhhmmmm..e...PUMBA!... atravessaram um buraco de Verme! Estavam, portanto, num MUNDO PARALELO!!! Paralelo mas assimétrico... devido a um erro no cálculo do gradiente da primitiva integrada no seno do ângulo oposto ao quociente da raíz de pi... E eis que todas as certezas que tinham acerca do mundo desabaram. Tinham mergulhado numa profunda dúvida existencial. "Mas onde estamos nós afinal? ", perguntava Tótó, muito aflito. Aquela pequena vila seria uma realidade ou um sonho? Como acordar? Tudo isto fascinou o nosso Quim. Tinha descoberto o seu objecto científico: "É isso mesmo, Tótó, vou descobrir a fómula química do remédio que a Alice do País das Maravilhas tomou, porque tenho a certeza que foi essa mesmo que estava contida no iogurte que comeste e na lama que bebi quando caí! Só que em vez de encontrar a porta, uma poção mágica para beber e uma chave, os 2 compinchas encontraram um parafuso, 2 folhas de couve lombarda já meio rasgadas e a folha do jornal Público onde se podia ler "Carlos Silvino diz que foi obrigado a mentir para suportar as acusações do processo Casa Pia"... 2Hum...será que a FCT me pode financiar neste projecto para que eu possa encontrar os elementos para sair daqui?"-disse Joaquim pensativo. "Bem...ao menos não ficamos sem jantar...podemos sempre queimar as folhas do jornal, e cozer as 2 folhas de couve...se deitar à mistura um parafuso...temos...SOPA DO PARAFUSO!!!..."-diz o prático TóTó.
E viveram felizes para sempre ;) Mas não, não viveram felizes para sempre... A FCT não financiou o projecto e, em consequência de tão profunda desilusão, o pobre Joaquim suicidou-se. Ó melhor, ía-se suicidando... por obra do acaso (ou não!) a
ambulância do INEM, que estava na sua viagem de retorno, tinha a bordo uma psicóloga com vários anos de experiência, a trabalhar em regime de voluntariado, que rapidamente interveio. Será que o envio imediato de auxílio foi "orquestrado" por alguém da zona, com o intuito de evitar que uma situação daquelas trouxesse "investigações" ao local...? Tudo era suspeito. Uma ambulância no sítio certo à hora certa, com uma psicóloga pronta para ajudar, enquanto horas antes no hospital ninguém lhes deu o mínimo apoio! Suspeito...MAS... Aquele olhar profundo, um cheiro a perfume de valquírias, uma beleza estonteante e simpatia de se oferecer para dar apoio durante a longa noite que se avizinhava, fez Quim pensar: "Que mulher do outro mundo!!".... literalmente.... Cá para mim são efeitos da misteriosa caixa da isiorama!!!!! "Humm...talvez..."-pensou TóTó, que nem sequer sabe o que isso é. "Em ciência temos de considerar todas as hipóteses..."-prosseguiu ele nos seus intrincados pensamentos. Eu cá não confio em psicólogas... muito menos de outro mundo (literalmente!...xbis)...." -ia TóTó pensando enquanto misteriosamente ia adormecendo com o cheiro das valquírias, e giranuvens daquela área...e ouvia um som de harpa e gaita-de-foles com flauta transversal. Afinal, a Psicóloga era a Joanna Newsom. Vinda de outro mundo, como As milhões de outras [psicólogas] como ela que vêm de outro mundo – o chamado curso de Psicologia - e que chegam a este percebendo tarde de mais que aqui não há lugar para elas. Mas eis que há! há sim, desde que desenvolvam outros talentos, como tocar harpa ou fazer programas no Presentation. Mas para o Quim nada disso interessava. Se era psicóloga, se aplicava WISCs, ou se tocava harpa, nada. Nem lhe interessava o TóTó que entretanto perdera na... mesma ambulância?! A Joanna era, efectivamente, brilhante. Rapidamente se apercebeu do surto psicótico do Quimzinho. Seria Quim ou Tótó? Qual a sua verdadeira identidade? A identidade em si não era a confusão... confusão era qual dos dois é que não parava de olhar para Joanna...Quando se aperceberam estavam numa sala a ser testados com o EyeTracker... "Somos Cobaias!... mas ao menos poderei esclarecer as minhas dúvidas.."-pensou TóTó. Quim soltou-se uns milisegundos do transe em que se encontrava e pareceu ter visto um amigo de infância...mas!!!!Seria mesmo o Toby?!?! No escuro, percebeu que era o EyeToby que tinha uns olhitos parecidos com o seu amigo. Mas o EyeToby era um cola, já não se lembrava disto dos tempos da escolinha. Caramba, é que não desviava o olhar! Apercebeu-se que Joanna não parava de tirar notas...."OCD?"...?!?!?!.."ela estaria a questionar-se sobre o quê? Não Joanna O.DVD é melhor..."....Quim sentia-se perseguido, examinado..."ninguém está a olhar pra mim... Ninguém... Ninguém ...NINguém... NINGuém...NINGUém... NINGUÉm...NINGUÉM!!!!!"... e o medo apoderou-se dele... Teve tanto medo que teve outro episódio como o dos iogurtes, mas desta feita sem chegar à casa-de-banho... Mas felizmente que há uma Nossa Senhora da Limpeza! Que se demitiu! ("Sou Nossa Senhora mas não sou santa! Os cientistas trazem as cobaias, que se entendam com elas!" - disse ela em prantos ao sindicato das Senhoras da Limpeza.) Nisto, lembraram-se das vassouras voadoras! Sorrateiros, foram às coisas das Nossas Senhoras Da Limpeza e roubaram-lhes as vassouras. Voaram até ao ponto onde tiveram o primeiro momento de lucidez naquela vila e... PUFFF...reentraram no buraco de Verme em sentido contrário e voltaram ao nosso Universo. Perceberam que a ciência é um coisa mesmo horrorosa e que até dá cólicas! Desistiram de ser cientistas e viveram sempre até morrerem. Durante a sua longa vida fizeram filhos. E como quem tem filhos, tem cadilhos...não se livraram dos problemas. (seriam eles coelhos?!) Coelhos era o que eles criavam para dar de comer a tantos filhos. Tinham uma quinta e a quinta tinha um cão. O cão era uma mistura de caniche com rotweiller...e era muito, muito perigoso! Era o Pitucho e comia-lhes os coelhos! E as crianças tiveram de se tornar veggies...e, ficaram com défices proteicos...
de ambulância do INEM às urgências do centro de saúde desta nova terreola, disseram-lhe que ele não podia ser atendido porque não fazia parte da sua área de residência. António António estava igualmente admirado com aquela peculiar vila e contou ao Quim - agora já o tratava por Quim - o que lhe aconteceu na noite anterior... Sim... o TóTó (o nome que Quim rapidamente lhe atribuiu...nem se percebe bem porquê...) também não residia ali...e teve aquele problema com os iogurtes mas ninguém o ajudou... Mas ele tinha contactos com gente influente e tratou de rapidamente denunciar a situação! Não podia admitir que um TóTó como ele não fosse tratado como merece... "Mas onde estamos nós?"- perguntou Quim ao TóTó. Suspeitavam que algo estava errado. Mas o que eles não sonhavam é que, tanto TóTó quando estava na sanita como o Quim quando caiu, tinham feito alguma força...e... no momento em que cerraram os olhos...fizeram hhhmmmm..e...PUMBA!... atravessaram um buraco de Verme! Estavam, portanto, num MUNDO PARALELO!!! Paralelo mas assimétrico... devido a um erro no cálculo do gradiente da primitiva integrada no seno do ângulo oposto ao quociente da raíz de pi... E eis que todas as certezas que tinham acerca do mundo desabaram. Tinham mergulhado numa profunda dúvida existencial. "Mas onde estamos nós afinal? ", perguntava Tótó, muito aflito. Aquela pequena vila seria uma realidade ou um sonho? Como acordar? Tudo isto fascinou o nosso Quim. Tinha descoberto o seu objecto científico: "É isso mesmo, Tótó, vou descobrir a fómula química do remédio que a Alice do País das Maravilhas tomou, porque tenho a certeza que foi essa mesmo que estava contida no iogurte que comeste e na lama que bebi quando caí! Só que em vez de encontrar a porta, uma poção mágica para beber e uma chave, os 2 compinchas encontraram um parafuso, 2 folhas de couve lombarda já meio rasgadas e a folha do jornal Público onde se podia ler "Carlos Silvino diz que foi obrigado a mentir para suportar as acusações do processo Casa Pia"... 2Hum...será que a FCT me pode financiar neste projecto para que eu possa encontrar os elementos para sair daqui?"-disse Joaquim pensativo. "Bem...ao menos não ficamos sem jantar...podemos sempre queimar as folhas do jornal, e cozer as 2 folhas de couve...se deitar à mistura um parafuso...temos...SOPA DO PARAFUSO!!!..."-diz o prático TóTó.
E viveram felizes para sempre ;) Mas não, não viveram felizes para sempre... A FCT não financiou o projecto e, em consequência de tão profunda desilusão, o pobre Joaquim suicidou-se. Ó melhor, ía-se suicidando... por obra do acaso (ou não!) a
ambulância do INEM, que estava na sua viagem de retorno, tinha a bordo uma psicóloga com vários anos de experiência, a trabalhar em regime de voluntariado, que rapidamente interveio. Será que o envio imediato de auxílio foi "orquestrado" por alguém da zona, com o intuito de evitar que uma situação daquelas trouxesse "investigações" ao local...? Tudo era suspeito. Uma ambulância no sítio certo à hora certa, com uma psicóloga pronta para ajudar, enquanto horas antes no hospital ninguém lhes deu o mínimo apoio! Suspeito...MAS... Aquele olhar profundo, um cheiro a perfume de valquírias, uma beleza estonteante e simpatia de se oferecer para dar apoio durante a longa noite que se avizinhava, fez Quim pensar: "Que mulher do outro mundo!!".... literalmente.... Cá para mim são efeitos da misteriosa caixa da isiorama!!!!! "Humm...talvez..."-pensou TóTó, que nem sequer sabe o que isso é. "Em ciência temos de considerar todas as hipóteses..."-prosseguiu ele nos seus intrincados pensamentos. Eu cá não confio em psicólogas... muito menos de outro mundo (literalmente!...xbis)...." -ia TóTó pensando enquanto misteriosamente ia adormecendo com o cheiro das valquírias, e giranuvens daquela área...e ouvia um som de harpa e gaita-de-foles com flauta transversal. Afinal, a Psicóloga era a Joanna Newsom. Vinda de outro mundo, como As milhões de outras [psicólogas] como ela que vêm de outro mundo – o chamado curso de Psicologia - e que chegam a este percebendo tarde de mais que aqui não há lugar para elas. Mas eis que há! há sim, desde que desenvolvam outros talentos, como tocar harpa ou fazer programas no Presentation. Mas para o Quim nada disso interessava. Se era psicóloga, se aplicava WISCs, ou se tocava harpa, nada. Nem lhe interessava o TóTó que entretanto perdera na... mesma ambulância?! A Joanna era, efectivamente, brilhante. Rapidamente se apercebeu do surto psicótico do Quimzinho. Seria Quim ou Tótó? Qual a sua verdadeira identidade? A identidade em si não era a confusão... confusão era qual dos dois é que não parava de olhar para Joanna...Quando se aperceberam estavam numa sala a ser testados com o EyeTracker... "Somos Cobaias!... mas ao menos poderei esclarecer as minhas dúvidas.."-pensou TóTó. Quim soltou-se uns milisegundos do transe em que se encontrava e pareceu ter visto um amigo de infância...mas!!!!Seria mesmo o Toby?!?! No escuro, percebeu que era o EyeToby que tinha uns olhitos parecidos com o seu amigo. Mas o EyeToby era um cola, já não se lembrava disto dos tempos da escolinha. Caramba, é que não desviava o olhar! Apercebeu-se que Joanna não parava de tirar notas...."OCD?"...?!?!?!.."ela estaria a questionar-se sobre o quê? Não Joanna O.DVD é melhor..."....Quim sentia-se perseguido, examinado..."ninguém está a olhar pra mim... Ninguém... Ninguém ...NINguém... NINGuém...NINGUém... NINGUÉm...NINGUÉM!!!!!"... e o medo apoderou-se dele... Teve tanto medo que teve outro episódio como o dos iogurtes, mas desta feita sem chegar à casa-de-banho... Mas felizmente que há uma Nossa Senhora da Limpeza! Que se demitiu! ("Sou Nossa Senhora mas não sou santa! Os cientistas trazem as cobaias, que se entendam com elas!" - disse ela em prantos ao sindicato das Senhoras da Limpeza.) Nisto, lembraram-se das vassouras voadoras! Sorrateiros, foram às coisas das Nossas Senhoras Da Limpeza e roubaram-lhes as vassouras. Voaram até ao ponto onde tiveram o primeiro momento de lucidez naquela vila e... PUFFF...reentraram no buraco de Verme em sentido contrário e voltaram ao nosso Universo. Perceberam que a ciência é um coisa mesmo horrorosa e que até dá cólicas! Desistiram de ser cientistas e viveram sempre até morrerem. Durante a sua longa vida fizeram filhos. E como quem tem filhos, tem cadilhos...não se livraram dos problemas. (seriam eles coelhos?!) Coelhos era o que eles criavam para dar de comer a tantos filhos. Tinham uma quinta e a quinta tinha um cão. O cão era uma mistura de caniche com rotweiller...e era muito, muito perigoso! Era o Pitucho e comia-lhes os coelhos! E as crianças tiveram de se tornar veggies...e, ficaram com défices proteicos...
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