Serve este blog para dar Notícia do andamento das jornadas desportivas do grupo MCB.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Actividade 7 - Andebol
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Actividade 6 - Hóquei em campo
FICHA DE JOGO
Data: 20 de Outubro de 2009
Hora: 18h (ainda que houvesse malta a tentar começar à mesma hora da Champions, 19h45)
Local: 3/4 do ringue do Estádio Universitário (até que, finalmente, à 381ª bolada, conseguimos conquistar o último 1/4)
Equipa "Fast & Furious": Ana, Inês. V., Raquel, Inês B. e Fred.
Equipa "2 Fast 2 Furious": Joana, Inês A., Andreia, João 'Velasquez' Castelhano e João.
Balizas: 0 (felizmente havia sapatilhas a mais)
Adeptos: 2
Olheiros: 1
Resultado: ? (alguém sabe? será que foi 5-5 ou por aí assim?)
Diversão: Muita!
RESUMO
O espectáculo iniciou com um pequeno período de "aquecimento", com o objectivo de adaptação ao piso e aquele instrumento chamado stick (ou aléu em bom português) e não "pau", "taco", "isto", "coisa" ou "esta porcaria". Depois de se chegar à conclusão que ia ser difícil de qualquer das formas, resolveu-se então iniciar o jogo. Foi aqui que tivemos que partilhar o último 1/4 do terreno com 2 corajosos brasileiros (?) futebolistas e desde cedo ficou bem clara a nossa estratégia, com vários elementos a incentivar o resto da malta: "Eles vão levar com a bola! Vamos lá!". A verdade é que resultou, apesar de nem sequer lhes termos acertado...
Ainda antes de iniciar o jogo, e enquanto os tais elementos acima referidos relembravam a estratégia de conquista da totalidade do terreno, já o João 'Velasquez' Castelhano, sempre concentrado e sério, pensava na melhor forma de ganhar o jogo e instruía os colegas de equipa com uma táctica que se revelou infalível: "AQUI!! PASSA PARA AQUI QUE EU APANHO-A!!". Curioso o facto de esta táctica parecer querer ser posta em prática mesmo quando o Castelhano tinha os outros 9 jogadores entre a bola e ele, os colegas de equipa não tivessem a bola em seu poder ou estivesse mesmo fora do campo. De louvar a persistência e a convicção!
Stickada para um lado, stickada para o outro e os pontos fortes foram-se revelando. A equipa 2 Fast 2 Furious apostou claramente num jogo mais colectivo, com algumas boas jogadas de envolvimento, ainda que os adversários fossem avisados previamente de que elas iam acontecer. O público chegou mesmo a vibrar (os 2 brasileiros) com vários golos em que a bola passou por todos os elementos da equipa. Deve salientar-se o facto de o elemento patinador desta equipa, a Joana, não ter conseguido brilhar tanto quanto de certeza poderia porque, quanto a mim, tinha um stick pequeno demais... e também porque andar de patins cansa.
Por outro lado, a equipa Fast & Furious, com um jogo um pouco mais 'trapalhão', optou por estratégias diferentes que consistiam em:
- deixar a Ana na baliza, tentando defender todas as iniciativas atacantes do adversário, em prejuízo dos seus pés; de notar a forma sempre muito decidida com que a Ana participava em algumas acções atacantes, não conseguindo às vezes tocar na bola, mas nem por isso deixando de acreditar, como aliás se podia ouvir invariavelmente "É agora! Agora é que é!". Um pouco mais sensata e sempre esforçada, a Inês B. respondia com ameaçadores "A seguir é que vão ver!".
- deixar a Raquel na posição mundialmente conhecida como "à mama", sendo que fez mesmo alguns golos, até que a Joana ficou a saber que ela afinal era da equipa contrária e aí acabou-se a brincadeira!
- dar o jogo à Inês, a patinadora desta equipa, que à conta disso acabou no cadernos de registos dos olheiros presentes! Um verdadeiro exemplo (tal como a Joana) que encarnou o espírito e se apetrechou a preceito para o evento, sem medo.
De qualquer forma, foi um jogo equilibrado, com as 2 equipas a darem o máximo, em prol do espectáculo! (a palavra "prol" existe mesmo?)
Ficou bem evidente a diversão proporcionada com vários momentos de luta feroz entre cada jogador e...a bola! Ou o stick! Imaginem quando metermos os patins ao barulho!
Deu para correr, deu para rir muito...mais um sucesso desportivo!
Notadas as ausências de elementos importantes como o Rebola, o Lori ou a Filipa, cujas prestações seriam certamente uma mais-valia para as risadas...e para o jogo, claro!
Por fim, fica a nota de que infelizmente não houve sessão fotográfica esta semana (apenas uma amostra com uma espécie de telemóvel) e por isso apelo desde já aos participantes para deixarem nos comentários "imagens escritas" de momentos que vos tenham marcado, de forma a que possamos compensar a ausência de fotos verdadeiras! ;)
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
A situação do João dos caracóis
José Rebola
Lencinho - actividade desportiva 5
Quem ontem ao fim da tarde atravessasse a ponte pedonal que une o parque verde à sua contrapartida fluvial, muito dinamizada pelo actual presidente da câmara, veria Coimbra de um dos seus melhores ângulos, brindado por um belo jogo de luz e cores. Veria também sete adultos feitos a jogar ao lencinho. Esta estranha congregação era não mais nem menos que o 5º encontro das jornadas semanais desportivas do IBILI. Quis o destino que o vosso repórter entrasse no cenário já a meio, quando todos os intervenientes se encontravam já no pico de rendimento. Ainda assim bem a tempo do enriquecimento cultural que se proporcionou.
O jogo é simples
O jogador que se encontra mais cansado segura o lenço e comanda as hostes. As equipas perfilam-se à sua esquerda e direita, equidistantes, e preparadas para a acção. Cada ‘trial’ começa com a afectação secreta de números aos elementos das equipas, baixinho, e com os elementos curvados
Depois do ‘setup’ dos parâmetros iniciais o comandante do jogo lança o ‘trigger’ para que o evento avance. Afinal de contas isto é neurociência.
O ‘trigger’ consiste na invocação de um número e de um estilo com que os jogadores se devem aproximar da área lencistica. Os principais estilos abordados resumem-se na enumeração seguinte:
* sem estilo definido – o jogador correspondente ao número (e a Filipa) berra e corre como se não houvesse amanhã
* fogo – todos os jogadores berram e correm como se não houvesse amanhã
* água (ou ‘chuva’, na versão Seixo)– toda a gente ameaça mas ninguém se mexe
* pé coxinho (ou ‘ambulância!!’ na versão Seixo) - o jogador correspondente ao número inicia rapidamente o percurso apenas com um pé no chão
* caranguejo ou costas - o jogador correspondente ao número tem que fazer o percurso em inversão de marcha, enquanto fita os colegas de equipa que o apoiam
* canguru – o jogador correspondente ao número encarna um marsupial e saltarila em frente de pés juntos
* tesouras – o jogador correspondente ao número vai saltando abrindo e fechando as pernas numa coreografia que junta o humano, o ar e relva em plena harmonia
* rancho – o jogador correspondente ao número faz um ar baralhado e depois puxa da costela tradicional para sequenciar alguns espasmos semelhantes a uma dança
Feita a aproximação dos jogadores ao lenço, há um momento de tensão. Quem agarrar o lenço e retornar ao seu bom porto sem ser tocado leva 1 ponto (alguém contou?), quem penetrar nas defesas adversárias é premiado com 2. Está muito
Ou então alguém cai.
De qualquer das maneiras é entretido. Foi neste espírito mas com muitos muitos risos, sorrisos e boa disposição (lesão do dia – bochecha dormente) que se praticou uma hora deste violento desporto que vitaliza corpo e mente como os batidos dos vegetarianos. Reviver a infância não é difícil. Difícil é fazê-lo e parecer minimamente são. Todos os intervenientes o conseguiram, fazendo do evento um êxito e levantando a fasquia para o 6º encontro e deixando-nos a contar os minutos até lá
Alguns traços individuais:
Filipa – A voz do jogo. Os chamamentos levados a cabo durante o jogo tornaram-no popular até à conchada e iniciaram rituais de acasalamento em algumas aves que sobrevoavam o local. Muita jinga e muita joga.
Castelhano – O motor do jogo. Muito bom em todos os estilos incluindo bruços e mariposa, foi um operário do meio-campo e astuto dinamizador
Lori – O poder de acreditar. Entrega ao máximo a provar que o esforço compensa
Inês B – O camaleão do jogo. O seu disfarce de jovem feminina de fácil trato esconde bem o predador que lhe fervilha no sangue e capaz dos mais ferozes golpes nos adversários
Ana – A alegria do jogo. Sempre com um sorriso e um incentivo e uma interpretação muito particular do estilo ‘rancho’
Andreia – O cérebro do jogo (com alguma ranhoca). Astuta, organizadora, capaz de executar e liderar, factor de união e de força
Enfim, UM SUCESSO!
José Rebola
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
amanhã
(5ª feira - dia 15 de outubro de 2009)
campos de jogo do lencinho propostos
(por favor, escrevam na caixa de comentários o vosso preferido)

IBILI, em Coimbra (às 13:30, no auditório)
parque de estacionamento do retail park, em Taveiro
um grande bem haja!
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Futsal Champions IBILI League: the event
multicôr).
O jogo estava equilibrado, mas dois remates fortes do Rebola puseram o resultado em 2-0. O Lori pouco mais pode fazer que ir buscá-la ao fundo da rede. De facto não havia rede, mas a imagem assim ficava mais bonita. Mas o Rebola estava num dia inspirado e de novo marcou golo,
pondo o resultado em 2-1. Então os outros jogadores decidiram que também eles deveriam marcar golos, e rapidamente o resultado chegou a 2-2 devido aos esforços atacantes do Castelhano e da Inês violante com apoio dinâmico pelo Moisés. O passes rápidos entre o Frederico, a Joana e a Inês Bernardino permitiam ao Rebola e à Andreia destacar-se com perigo muitas vezes especialmente quando o João Duarte vinha em seu apoio. Foi uma defesa activa por parte do Lori e da Inês Almeida que bloqueou muitos dos seus esforços ajudados pela boa prestação na baliza do João Marques, mas depois de o 2-3 quase ser feito a equipa multicôr marcou e o resultado passou para 3-2.
Segiu-se então um esforço por parte de toda a equipa monocôr que conseguiu o 3-3. Tendo já passado mais de meia-hora de jogo, o cansaço começou a fazer-se sentir em ambas as equipas. Numa repsosta de contra-ataque a equipa multicõr marcou então o 4-3. Após um periodo de repetidos ataques por parte da equipa monocôr, a equipa multicôr marcou o 5-3 que fechou o jogo. O ambiente era alegre e festivo por parte de todos, tendo algumas fotografias sido tiradas por uma estudante que andava por lá a praxar caloiros e que o Lori convocou. E quando finalmente estávamos prestes a ir embora as luzes do campo acenderam-se às oito, melhorando bastante a visibilidade e transmitindo o excepcional sentido de "timing" da EDP.





