quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Party&Co

Pois é… “Podes fugir, mas não te podes esconder…” e desta vez calhou a mim a fava do Bolo-rei e fui a feliz contemplada com a escrita da reportagem da actividade desta semana Natalícia!

Para variar um bocadinho, a hora combinada para o início da actividade passou das 18h para as 17.30h, não para que o pessoal saísse mais cedo só por sair, mas sim para evitar o trânsito!!! Ou não…

Mas, tal é a dedicação ao trabalho que apenas cerca das 18h é que realmente saímos do IBILI… E claro, não podíamos trair o espírito que sempre acompanhou estas jornadas! Jornada que é jornada, não começa na hora combinada!

O Castelhano cedeu a sua casa para a realização da actividade e a Filipa facultou o jogo Party&Company! Ah! E ainda tivemos direito a biscoitos, salgadinhos e sumo! Muito obrigada a ambos!

Depois de uma breve explicação das regras principais do jogo aos presentes, foram criadas as equipas:

Equipa “Grafonola Preta”: InêsA, Filipa e João Duarte;

Equipa “Grafonola Cinzenta”: InêsB, Andreia e Tafula;

Equipa “Grafonola Branca”: Ana, Raquel, Castelhano e pouco depois chegou a Susana que se juntou a esta equipa. (NOTA: superioridade numérica!)

Apenas para dar uma breve ideia a quem não conhece o jogo:

Há 5 categorias e cada uma tem uma cor associada:

Roxo: Ler os lábios

Amarelo: Mímica e Sons

Azul: Pergunta

Verde: Traços e Desenhos

Rosa: Palavras proibidas

O tabuleiro é constituído por casas com as cores das categorias. Para avançar é necessário concretizar correctamente a tarefa correspondente dentro do limite de tempo (1 minuto), até chegar à casa onde é possível obter o disco (chamado de queijo durante todo o jogo…) com a finalidade de obter um disco de cada cor para vencer o jogo. Este é o objectivo das regras do jogo, porque o objectivo REAL é a diversão (hilariante, por sinal!) durante todo o jogo!

Todos participantes tiveram a oportunidade de mostrar os seus dotes (ou a falta destes…) nas diversas categorias. E claro, a interpretação em equipa mostrou como um mesmo sinal/comportamento pode ser interpretado das mais variadas formas!

Inicialmente o jogo desenrolou-se de forma relativamente calma. Lança dado, escolhe a melhor categoria, executa correcta ou incorrectamente a tarefa, ou seja, anda ou fica na mesma… Mas foi coisa de pouca dura… Mal uma das equipas começou a ganhar discos a emoção começou a subir e cada resposta correcta dava direito a uma intensidade de decibéis de, com certeza, meter inveja aos frequentadores da creche que ficava do lado oposto da rua. Alguns vizinhos podem mesmo ter pensado que esta tinha mudado de horário e de local!

Em relação à dinâmica do jogo é de destacar que a equipa “G. Branca” começou o jogo a dominar, conseguindo dois discos enquanto as outras duas equipas não conseguiam obter nem um! No entanto, a sorte mudou e as equipas “G. Preta” e “G. Cinzenta” conseguiram alcançar os quatro discos enquanto a equipa “G. Branca” se deixou ficar pelos dois discos… Uma reviravolta espectacular no jogo! Entretanto, quando menos esperávamos, a sorte mudou outra vez e a equipa “G. Branca” fez uma recuperação inacreditável conseguindo os cinco discos e vencendo o jogo! (Eu também gostava de ter um dado telecomandado…!)

Agora ficam os highlights da prestação de cada participante:

Equipa “G. Preta”:

InêsA: Simplesmente brilhante a capacidade de desenhar aquelas dunas na perspectiva de quem estava à sua frente! (sim, desenho invertido). Pena é que os restantes elementos da equipa (bem como das outras equipas) não perceberam imediatamente, gerando-se alguma confusão… Até que de repente observámos um efeito “Eureka!”.

Filipa: Sem dúvida, uma das grandes responsáveis pelos decibéis que se fizeram ouvir durante todo o jogo!

De uma perspicácia imensa ao proferir, tal qual apresentadora de concurso televisivo, a frase “E a resposta final é…!”, enquanto a sua equipa ainda estava ponderar o que responder e apenas tinha pensado numa hipótese! Completamente imparcial!

Também interessante a sua impulsividade para recorrer a objectos ou a pessoas (aquela apalpadela marcou-me para todo o sempre! Também gosto muito de ti Filipa!) mesmo não sendo de todo necessário para realizar a prova.

João Duarte: O artista da equipa! Grande capacidade para desenhar em 3D! Ainda que a Filipa tivesse visto fumo a sair de uma chaminé quando o desenho representava perfeitamente (e em 3D) uma estátua!

Equipa “G. Cinzenta”:

InêsB: Excelente articulação que permitiu à nossa equipa superar facilmente as provas de “Ler os lábios! De salientar a forma extremamente eficiente com que desenhou a palavra “Ioga”! (Filipa, publica a foto por favor!)

Andreia: Bem… apenas posso referir que me diverti muiiiiiito! É para repetir!!! E muitas vezes!

Tafula: Com uma participação bastante discreta, mas que se revelou de grande valor para o desempenho da equipa!

Equipa “G. Branca”:

Ana: Sempre com muita atenção a todas as possibilidades de deslocação da grafonola após o lançamento do dado, anunciando-as com uma velocidade estonteante! Útil para todas as equipas!

Raquel: Profissional nestas andanças e como quem não quer a coisa sugeriu uma regra (que mais tarde se percebeu ser táctica a pensar no futuro, pois, caso tivesse sido implementada, tinha permito à sua equipa ganhar mais cedo). De salientar toda a sua postura durante o jogo, com a boa disposição e animação habitual!

Castelhano: Talvez por estar no seu território, mostrou ser um verdadeiro General ao vociferar ordens de comando quando o jogo começava a descambar! Medo…

Na jogada final, em que a sua equipa tinha que escolher alguém para fazer a pergunta, no momento em que alguém disse “Vá, qual de nós é o mais burro?”, Castelhano prontamente respondeu “Eu, sou eu!”. Um bocado de humildade não te ficava mal…

Susana: O reforço desta equipa, colocando-os numa situação de superioridade numérica! Mostrou a sua boa capacidade de ler os lábios, tendo encontrado a única pessoa em que tal não foi possível, o Castelhano! O modo “sorriso automático quando tem uma plateia à frente” impossibilitou que qualquer pessoa conseguisse decifrar o que era para ler nos lábios!

E assim foi… Estava a ver que não chegava ao fim desta reportagem!

Bom Nataaaaal e boa entrada em 2010!

Andreia

terça-feira, 22 de dezembro de 2009


(o menino, 2009 anos depois...)


FELIZ NATAL !!!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Viva!...

Desta vez coube-me a mim a muito nobre tarefa de registar esta edição natalícia das jornadas desportivas... Como não podia deixar de ser o desporto escolhido foi o levantamento do copo, a esgrima de talher e musculação da língua...

Tendo em conta as muito intensas competições destas jornadas resolvemos entramos no defeso para manter os altos níveis físicos. Desta vez, só para variar, optamos por este desporto soft; confraternizar e trocar prendas homemade.

A pratica do levantamento do copo correu sem percalços. João Marques (e não só) mostrou a sua boa forma, mas num registo muito sóbrio.

Comer e ver o Benfica, como todos sabem, é altamente desaconselhável; não nos devemos distrair com coisas insignificantes à refeição. Todavia a televisão e o jogo fez com que todas as senhoras e meninas se alinhassem no mesmo lado da mesa, e em frente aos cavalheiros, o que em abono da verdade criou uma vista muito agradável.

Apesar de acreditar piamente que dar prendas é um exclusivo daquele velho gordo que usa o equipamento do Benfica, ousei participar nesta partilha. Escusado será dizer que me dei mal, não se brinca com estes dogmas... :)

A qualidade e a dedicada manufactura patente nas prendas trocadas não pode deixar de ser mencionada. Desde Poemas e quadros inspirados, jogos, cds, fotografias, caixas, vestuário... não faltou nada. A frase da noite relacionada com o tema foi: "Mas esta gente não trabalha"...

A lista em baixo, enumera as pessoas que ousaram substituir o magnânimo papel do velho barbudo;

Alda -> Castelhano
Castelhano -> Carlos
João Marques -> Raquel
Raquel -> Inês
Inês Violante -> Pedro
Pedro -> Ines Bernardino
Inês Bernardino -> Susana
Susana -> Andreia
Andreia -> Catarina Duarte
Sérgio Tafula -> João Duarte
João Duarte -> Alda
José Rebola -> Frederico
Frederico -> Marric
Marric -> José Rebola
Maria -> Joao Marques
Otília -> Maria
Marta -> Ana
Ana -> Fernando Amaro
Brita -> Inês Almeida
Inês Almeida -> Gina
Filipa -> Brita
Carlos -> Marta
Lori -> Filipa
Catarina Mateus -> Lori

Nota:
Na altura do fecho desta edição faltava apurar a entrega de algumas prendas.
Situação à qual somos completamente alheios e desde já pedimos desculpas.

A construção de pares é uma tarefa universalmente conhecida pela sua complexidade. Como prova disso, neste evento, dois elementos foram abandonados no altar pelo futuro e duvidoso cônjuge. Finalizando esta metáfora de qualidade duvidosa, venho por este meio transmitir uma nota honrosa para mim e para a Otília que ficamos sem prenda no jantar mas igualmente contentes.

Até breve.
Desejos de um bom Natal a todos.
Sérgio Tafula

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

‘No, not all German words end in ‘en’! :-)

Running activity


Thursday 10/12/09

Location: Estádio Universitário de Coimbra

Team: Inês A, Inês B, Joao Duarte, Joao Castelhano and Britta


What can I say? I was asked to write this contribution to the blog in German but hey, even though I do think all of you speak an excellent German (no doubt(en)), I decided to give it a try in the language of Science… haha! So English it is with little (very useful) lessons in German. So on Thursday night, a small and tough group of participants (German: ‘Der harte Kern’) showed up at the Estádio Universitário for the activity of the week: Running. We started off with a few voltas to warm-up, some competitive sprinting and some halfhearted (German: ‘halbherzig’) interest in the fitness circuit… Then the interesting part started: The game of the fly(en), (German: ‘Fliegenspiel’!! Interesting excursion into Portuguese sport culture for me. Jogo da mosca… After that we decided to play some basketball. A game named ‘Rua’ (German: ‘Strasse’ or if you really want ‘Strass-EN’ which was more successful for some than for others. Outstanding performances by the two Inêses and the two Joaos, not so much by me (why does the ball never go in the basket (German: ‘Korb’ and always ends up in the ‘AUS’ instead???). So some running, fly games and streets later, we had enough for the evening. Auf Wiederseh-EN liebe Leute! It was nice, hopefully more participants again next time ;-)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Girls Big Secret Party


A Big Secret Party feminina teve lugar ontem, chez Ana! Compareceram a Andreia, Inês A., B. e V., a Ana, a Raquel e 4 elementos extra-IBILI (Catarina, Sandra, AM e Lua!).
O encontro começou com o forra-estômago, para que às 22h tudo estivesse pronto...
Eram 21h58 quando se deu o tiro de partida, motivando um copo em cacos, com tanto nervosismo!
De apontar a boa disposição colectiva e, sobretudo, os últimos momentos de alguns membros que chegaram a temer hoje não estar em condições de trabalhar!
Esperamos ansiosamente pelos vossos investimentos ;-)))))))

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Band Hero

Evento – Band Hero

Local – Estúdio Zé Rebola

Hora – 18:30 – 20:00

Pela segunda vez fomos acolhidos por José Rebola para a edição número XII das Jornadas Desportivas do IBILI. Desta feita, tivemos acesso ao seu estúdio particular/salão de jogos/sala de estar. À hora marcada, mais coisa menos coisa, e rodeados dos necessários apetrechos para esta actividade foi-nos explicado em que esta consistia.

Band Hero: videojogo em que cada jogador é um elemento duma banda e tem como objectivo tocar um determinado instrumento e evitar ser vaiado pelo público.

(Ora muito bem, ninguém me tinha explicado que tínhamos mesmo instrumentos e que era necessário ser afinado, ou ter ritmo para poder participar....)

A formação inicial contou com João Castelhano na bateria, Andreia na guitarra e Frederico na voz. José Rebola encarregou-se de acompanhar os elementos da banda para ter a certeza que estes percebiam exactamente o momento em que tinham de entrar em acção, acompanhavam a música e conseguiam entender-se com a bateria/guitarra. Eu estive sentadinha a assistir (posição que não deveria ter abandonado). O anfitrião encarregou-se de ajudar na escolha das músicas mais adequadas para o perfil da banda e garantir que os vários elementos rodavam por todos os instrumentos (hoje em dia a multidisciplinaridade está em voga mesmo no mundo da música!).

Numa tentativa, menos feliz, de fazer com que todos pudéssemos entrar neste sonho de ser uma rock star propuseram-me que tentasse a bateria. O sonho durou pouco, o público vaiou-me e mesmo tocando apenas com uma baqueta no nível mais fácil a coisa esteve tremida. Tentei também a voz e novamente fui vaiada pelo público, apenas na guitarra tive alguma sorte...

Por sua vez, José Rebola deu espectáculo na bateria (também anda a treinar para isto todos os dias...), Andreia mostrou os seus dotes de guitarrista e Frederico encantou-nos com a sua voz. João Castelhano mostrou-nos que é versátil: ajeita-se na bateria e na guitarra e sabe miar no tom correcto, o que o permitiu acabar sempre com pontuações positivas.

No final do dia percebi porque apenas corajosos ou inconsequentes se juntaram a esta actividade. Afinal, ser artista não é para todos.

Deixo uma mensagem para os meus colegas de “quase” estrelato:

José Rebola, muito obrigado por nos acolheres, mais uma vez, mas ainda falta o lanchinho! É preciso explicar-se tudo....

João Castelhano, não me chateies porque não tive tempo antes.

Andreia, este não foi o teu melhor casting mas provaste que tens potencial! Confiamos em ti!

Frederico, muito bem. Muito versátil e afinado.