Ora mais uma futebolada! Depois de mais de dez minutos em busca do ringue pelo submundo das urbanizações da solum, eis que o vosso narrador chega já com o jogo a decorrer, e estaciona o carro mesmo a jeito para uma bolada (que felizmente não se chegou a concretizar).
A entrada em campo coincidiu com a saída de Joana Sampaio, que regressou ao convívio dos seus ex-pares.
O jogo era simples. 4 para cada lado, sem guarda-redes, e balizas pequenas de limites discutíveis. A equipa GIJO (Gonçalo, Inês , João Duarte Otília) defrontava a equipa MJCZ (Marco, João Castelhano, Carlos, Zé, não soa tão bem…).
Sempre com respeito entre equipas, o futebol fluía nas veias dos participantes, que usavam as tabelas do campo para passes calculados no limite da física quântica.
Gonçalo e JD executavam jogadas de combinação, Otília e Inês concretizavam-nas no limite da desmarcação, do esforço, e das canelas dos adversários.
Do outro lado, Carlos (the Zig-Zag man) teve alguns rasgos individuais valorosos, JC confirmava a sua vocação de sprinter, Zé posicionava-se mais do que corria, e Marco ia incentivado a equipa com laivos de luso fresh (com gás mas pouco).
A estratégia de jogo só se alterou quando se gritou “a bola não sai em lado nenhum”, e então as obras, a relva e o alcatrão fundiram-se também no jogo num estilo de futebol-parkour que encantou a multidão que não assistia ao jogo. Chegadas as 21h e pouco, o jogo findou mas ficou no entanto um núcleo duro que foi jantar ao Mac (ver foto no tel do Castelhano).
Aí a jornada transformou-se numa descoberta sociológica, com a mesa do lado, a dar um input meritório. Cinco moças dos seus 18 anos discutiam o mundo e a vida, com roupas que lhes cobriam cerca de 43% do corpo. Resumo: a Rita tirou a carta, a Inês “não conseguia ser mal educada, nem com o rapaz que se esqueceu da pen em casa dela com o intuito de lá voltar”, outra moça de nome não especificado queixava-se que ultimamente nas fotos ficava sempre com as mamas descaídas. Tudo isto enquanto esperavam pela Eduardinha, que vinha ter com elas.
E pronto, abandonámos cerca das 22h sem que a Eduardinha tivesse chegado. Fica para a próxima…
Rebola
Rebola
