sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Última Jornada de Janeiro (esse belo mês) - Pictionary

Data: 27-01-2010
Hora: 18h00 (supostamente)
Local: Casa da Susana
Actividade: Pictionary

Não, não estão a ter alucinações, sou eu outra vez a escrever a reportagem… Como se não bastasse ter ficado em último no STOP, ter cedido a casa para a actividade, ter oferecido bolinhos e suminhos e a bela companhia do meu Zé Gato (um verdadeiro lince), ainda tenho de fazer mais uma reportagem de castigo! (Quem vota a favor do Staff – leia-se João Castelhano, ficar para sempre com as reportagens?) ;P

(Nota para quem não sabe o que é ou nunca jogou:
O Pictionary é um jogo de tabuleiro, criado na década de 80 (uma bela década) onde o objectivo é (adivinhem): chegar ao fim em primeiro lugar! Os jogadores têm de adivinhar o que está a ser desenhado por outro membro da equipa para poder lançar o dado e avançar! Cada casa tem uma cor que corresponde a uma categoria (Acção, Objecto, … mas a mais importante: Todos Jogam, na qual todos temos a oportunidade acertar e continuar a jogar).
Para os mais viciados (leia-se Raquel), já existe uma possibilidade (rudimentar) de jogar Online: http://xsketch.com/#Wurlyearly)

Ora, mas vamos ao que interessa…
Tudo começou (como, aliás, quase sempre começa, pelo que já percebi) pela saída do IBILI depois da hora marcada. Só as pessoas do ICNAS já esperavam ansiosamente à porta da minha casa (não trabalham, é o que é!)!
Fintámos miraculosamente o trânsito e por volta das 18h30min já oito pessoas estavam prontas para a acção! Estávamos quase todos, mas faltava o mais importante: o jogo! Esse só chegou pelas 19h15min, escoltado pela Raquel que o tinha raptado para corredores escuros dos HUC.

Mas não se pense que neste tempo de espera ficámos a ver televisão ou a conversar! Nada disso! Como somos um grupo de cientistas, nada melhor que uns quebra-cabeças! E os primeiros vencedores da jornada foram os homónimos João Castelhano e João Duarte-dos-ex-caracóis, os únicos que conseguiram quebrar e reconstruir os próprios quebra-cabeças!

Às 19h20min iniciou-se então a leitura das regras do tão esperado Pictionary, seguindo-se explicações detalhadas do modo de funcionamento do jogo, como por exemplo do sentido em que se iria jogar: “senteiros dos pontidos do relógio”, como a Raquel fez questão de relembrar! (desculpa Raquel, tinha de ficar para a posteridade!)

Formaram-se então as Equipas :
Equipa 1: Raquel, Sérgio e João Duarte
Equipa 2: Frederico, Catarina e Andreia
Equipa 3: Alex, João Castelhano, Inês B. e Susana

E deu-se início ao jogo!

Rolámos 350 mil vezes o dado, o lápis deslizou 500 mil vezes pelo papel, virou-se infinitas vezes a ampulheta e nasceram verdadeiras obras de arte e/ou grandes tentativas falhadas! Desenharam-se chávenas de chá e lupas para chegar a “Chalupa”, exercícios complicadíssimos de ginástica e atletismo, anéis de casamento, ringues de boxe, fusíveis, panos do pó e caras feias para chegar a “Panamá” e… _____, para “linha” (extremamente difícil esta)… mas acima de tudo rimos, ouvimos o João Castelhano a refilar porque “não fazia assim, era assim, isto tinha muito mais lógica, bla bla bla…”, gritámos histericamente todas as palavras que nos vinham à cabeça na esperança de que no fim, fosse a nossa equipa a ganhar! Mas ninguém ganhou!

Três horas depois do início da jornada, demos por finalizado o jogo com um “empate técnico” e todos viveram felizes para sempre, recordando (certamente) uma das jornadas desportivas mais animadas!

STOP!

Porque mais vale tarde do que nunca… na data de publicação desta reportagem leia-se “21 de Janeiro de 2010”…

Foi na quinta-feira, 21 de Janeiro, que seis resistentes participantes das Jornadas Desportivas (Inês B., Filipa, João Castelhano, José Rebola, Frederico e Susana) se reuniram nas “Amarelas” para jogar ao STOP.
Segundo a Wikipédia:
“Stop! é um jogo muito comum entre as crianças e até mesmo entre adultos, onde inicialmente se desenha uma tabela num papel para cada jogador. Cada coluna recebe o nome de uma categoria de palavras como animais, automóveis, nomes pessoais, cores, famosos etc., e cada linha representa uma rodada do jogo.”
Ora, nós demos largas à imaginação e incluímos categorias inovadoras, as quais não irei revelar, porque quem quer saber, VAI ÀS JORNADAS! :p

Posso apenas dizer que:
- O Frederico detém o recorde dos piropos “à trolha” (Meddoooooo);
- O Rebola tem um talento invulgar para títulos cinematográficos, digamos… diferentes…
- O Castelhano pôs a descoberto a sua veia sentimental (“Serás tu a Deusa que desceu do céu?” ;) );
- A Inês B. deu largas à sua imaginação adaptando canções infantis a momentos próprios para adultos (“Doidas, doidas, doidas andam as… Galinhas”, claro! lol)
- a Filipa, bem, a Filipa tem o recorde dos STOP’s (foi a grande vencedora e deu-nos uma verdadeira lição de “como-ser-rápida-tendo-piada-e-sabendo-tudo-para-todas-as-categorias”)
- E eu… bem, eu fui a grande derrotada e fiquei a pensar como era possível ganhar estes jogos em criança…

Mas como não podia deixar de ser, fomos todos campeões na diversão e houve mesmo lágrimas de tanto rir!

E pronto… missão cumprida! Esta reportagem já está!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010








Nota:

a fotografia das mãos estava muito bonita e artística mas demasiado legível, pelo que o comité de censura deste blogue se reservou o direito da sua não publicação...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Vitória “Pneumática”

Após um dia de trabalho árduo, decorreu ao final da tarde de ontem mais uma das já famosas jornadas desportivas.
Para esta semana definiu-se o jogo TRIVIAL PURSUIT, com o objectivo de reunir as “tropas” numa nova batalha, desta feita mais mental do que física. Assim, por volta das 18:00 horas a caravana partiu do IBILI rumo ao Monte Formoso, até casa da Ana Pina que se havia voluntariado para ser a anfitriã da jornada. Esta viagem que se desejava curta, transformou-se num verdadeiro quebra-cabeças, já que o trânsito caótico, obrigou a verdadeiras ginásticas no GPS mental de cada um, na tentativa de atravessar a cidade e chegar a horas ao campo de jogo. Na minha opinião a viagem funcionou como uma generosa sessão de aquecimento (ou arrefecimento!!!).

Após a chegada, que ocorreu de forma distinta consoante a rota escolhida por cada um, ouviram-se lamentos acerca do trânsito, tecendo-se comentários e adivinhando-se possíveis causas para o engarrafamento.

No que concerne à constituição das equipas, o figurino foi o seguinte:

Equipa 1 – Filipa, João Castelhano e João Marques;

(Equipa que se reuniu previamente no café, para definir a estratégia que mais tarde viria a dar frutos…)

Equipa 2 – Britta, Andreia, Ana Pina e Inês B;

Equipa 3 – Susana, Inês A, Otília e Sérgio Tafula (o último elemento chegou mais tarde referindo que encontrou o Prof. Miguel, contudo ainda veio a tempo de lançar a confusão, pondo em causa a natureza férrea da Torre construída pelo Senhor Eiffel!!!!!)

Na abertura das hostilidades o jogo mostrou-se algo equilibrado, com a conquista de alguns “queijinhos” por parte das 3 equipas, o que deixou tudo em pé de igualdade na candidatura à vitória final.

Com o passar do tempo, a Equipa 1 veio a assumir-se como favorita e após a conquista do sexto “queijinho” chegou ao centro do tabuleiro de jogo, onde teria que responder a 4 perguntas de forma correcta, isto, nas 6 perguntas que compõem cada cartão (regras personalizadas para o efeito...). A tarefa parecia complicada, mas ESPANTEM-SE…6 respostas correctas a outras tantas perguntas, resultando numa vitória que lhes assentou como uma luva.

Na minha opinião obviamente “isenta” foi uma vitória do querer, do saber, da modéstia e do Caraças ;)

Deixo uma palavra de apreço para a gatinha Lua que me fez lembrar (ou não esquecer…) a minha mochila, isto já no momento das despedidas.

Queria ainda referir que a “cóóóóltura” está em todo o lado, bastando incorporá-la na mais profunda essência da nossa mioleira, nem que seja na leitura quinzenal de uma qualquer revista “cor de rosa”, num qualquer WC privado ou público, dependendo dos gostos (Quem sabia que a filha adoptiva da Angelina Jolie nasceu na Namíbia? Ãh?? ;))

Para a semana haverá mais…o quê? Não sei, mas espera-se que seja a habitual terapia semanal, repleta de bons momentos de diversão e de boa disposição.

ABREIJOS

João Pedro

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

XVI Jornada Desportiva...Cartadas

Ano Novo, Vida Nova….mas a tradição, essa, não muda e, por isso mesmo, reunimos mais uma vez para a décima sexta jornada desportiva do grupo MCB. E desta vez, a actividade escolhida (não) prometia (nada de especial!)…

Poucos minutos depois das 18h, iniciámos o primeiro jogo da tarde: “Caravana pelas ruas de Coimbra em hora de ponta”. O objectivo (aparente) consistia em conseguirmos chegar a casa da Filipa todos juntos. Contudo, no decorrer do percurso, o real objectivo revelou-se e consistia em, rotunda após rotunda e semáforo após semáforo, despistar todos os colegas para ver quem chegava em primeiro lugar a casa da Filipa. E, de facto, neste último objectivo fomos todos muitíssimo competentes!

Reunidas as tropas, invadimos a casa da Filipa e iniciámos a 2ª etapa desta jornada: escolher um jogo de cartas que pudesse ser jogado por 10 elementos. Depois de uma breve referência à Sueca Italiana e ao Pocker (uma nova versão, não a dinheiro ou a feijões mas sim a massas!) optámos por jogos nos quais cada jogador tivesse que gerir, apenas, uma única carta (para facilitar a logística, claro!). Então, fizemos uma pequena incursão pelo jogo do Polícia e do Ladrão onde a Susana vestiu a pele de ladrão e concretizou dois assassinatos que escaparam aos olhos da Filipa que, apesar de ser polícia, não só não descobriu o ladrão como foi denunciada pelos seus colegas (sem duvida a traduzir fielmente a nossa polícia portuguesa!).
Após este breve aquecimento, iniciou-se o jogo do “Lobo” que passo a descrever:
  1. Intervenientes: Frederico, João Duarte, Filipa, Ana, Susana, Inês B, Gina, Castelhano, Tafula e Fernando Amaro;
  2. Material: baralho de cartas importado dos states
  3. Local: casa da Filipa (com magnífica vista para as traseiras da universidades!)
  4. Personagens: Lobo (Ás), Vidente (Dama), Curandeiro (Rei), Camponeses (outras cartas sem valor) e Narrador;
  5. Regras: Cada jogador escolhe uma carta, que guarda para si. Entretanto a noite cai e todos têm que fechar os olhos. O narrador chama o lobo que abre os olhos e aponta para o colega que quer matar friamente. Depois, o lobo torna a fechar os olhos e o narrador chama o curandeiro que tem que indicar qual o jogador que pretende salvar (ele inclusive). Por fim, a vidente é chamada a apontar para o colega sobre o qual quer ficar a conhecer a identidade (ou “conhecer” nas palavras do Frederico). Finalmente, o dia nasce, todos abrem os olhos e seguem-se momentos de discussão, acusação e criação de bodes expiatórios no sentido de descobrir quem é o lobo. Este último, por sua vez, tenta escapar ileso para poder continuar a fazer as suas vítimas.

Depois de uma grande “barafunda”até todos entenderem as regras, o Frederico lá conseguiu pôr ordem na mesa e dar início, no papel de narrador, ao primeiro jogo. O lobo, que era desportista e que se fez denunciar através de um simples estalar de ossos, foi rapidamente apanhado terminando precocemente a sua chacina.

Os jogos foram-se sucedendo com vários jogadores a vestirem a pele de lobo e com muitos camponeses inocentes a serem brutalmente assassinados, videntes com bolas de cristal fora da validade e curandeiros charlatães, mas sempre com muita risada, acusações e argumentos, digamos que, rebuscados.

Posto isto, resta uma pequena referência a cada um dos intervenientes…mas ATENÇÃO…as imagens que se seguem são susceptíveis de chocar os mais sensíveis…

Frederico: o mentor do jogo, narrador e cameramen…um verdadeiro lobo com pele de cordeiro, protagonizou um alucinante assassinato em série…mas como não poderia deixar de ser, os maus são sempre apanhados no final!

Filipa: conseguiu, com os seus poderes sobrenaturais, convencer todos os jogadores que tinha uma carta especial quando, na verdade, não passava de uma simples campónia!
Fernando Amaro: o curandeiro mais eficaz de todos os tempos, sempre disposto a salvar os mais inocentes mas sem nunca se esquecer dele próprio no momento da verdade! Só os Ferrero Rocher é que trouxeram alguma distracção!

Susana: sempre atenta a todos os movimentos, suspiros e respirações; com palpites sempre certeiros e alvo de muitas acusações infundadas!

Castelhano: sempre camponês (com muita pena sua), não hesitava em disparar machadadas em todas as direcções…MEDO!
João Duarte: a sua condição de desportista pôs de lado uma verdadeira vocação para lobo!!! Foi, sem dúvida, melhor a ajudar os outros (como mostra a foto)!

Sérgio Tafula: sempre reservado mas atento e excelente a fazer-se passar por lobo quando era apenas um camponês!

Gina: camponesa resistente! Conseguiu sobreviver aos ataques impiedosos do lobo Frederico Mau!

Ana: começou como camponesa mas foi como narrador que se destacou. A sua firmeza no momento de dar as ordens, e ao mesmo tempo responder em nome do curandeiro, foi notável!

Inês B: eu própria… “campónia mártir”, fui assassinada três vezes sem dó nem piedade, embora estivesse sempre inocente!

Posto isto, apenas um remate final de agradecimento à Filipa que recebeu prontamente em sua casa estas personagens improváveis que proporcionaram momentos bem divertidos!
Vitória, Vitória…acabou-se a história!!!

Ilustrações: João Ribeiro